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Vanessa Mendes Argenta

Prédios que Respiram – Inovação inspirada na pele humana busca construções mais eficientes e sustentáveis

Em mais um post da série de materiais inovadores, vamos falar sobre a invenção de um grupo de engenheiros, arquitetos e biólogos da Universidade da Pensilvânia (EUA): a pele arquitetônica.

Ainda em estudos, a pele arquitetônica tem como proposta funcionar como a pele de nosso corpo: flexível, sensível, regulando a temperatura interna de acordo com o ambiente externo, gerando conforto e aumentando a eficiência energética da edificação.

Através de algoritmos computacionais, os cientistas estão estudando células vivas e sua capacidade de modificação com gasto mínimo de energia para adaptar suas formas a tecidos artificiais (desenho bio-mimético) que possam recobrir um edifício todo. Assim a edificação poderá responder automaticamente a fatores ambientais, como temperatura externa, umidade, radiação solar e luz. Seria como um organismo vivo!

A multidisciplinaridade dos estudos científicos e o uso de desenhos, estruturas e sistemas inspirados na natureza são a grande esperança para termos uma arquitetura viva, bioclimática, integrada ao ambiente, gerando conforto aos usuários e gastando pouca energia.

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Sobre o Autor: Vanessa Mendes Argenta ( @vanmagenta | G+ )

Vanessa Mendes Argenta

Arquiteta e Urbanista

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