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Posts com a Tag ‘comércio justo’

Economia Solidária – Unindo e valorizando as pessoas

sábado, 21 de janeiro de 2012

Quando escrevo um artigo para o Coletivo Verde e busco as imagens para ilustrá-lo, na grande maioria das vezes essa procura resulta em algo bem semelhante. Poderia chamar isso de coincidência mas, não é!

Imagens como quebra cabeças, mãos unidas, bonecos dando as mãos podem até ser consideradas clichê mas, todas elas se referem a algo comum e que sem dúvidas precisa ser mais presente em nossas vidas. O grande sentido de todas estas imagens corriqueiras se resume em apenas uma palavra: união.

União, porque é isso que precisamos para nos fortalecermos. União porque precisamos deixar o individualismo de lado, agir e pensar mais no coletivo. União porque juntos somos mais e podemos mais! União para espalhar amor e fazer tudo mais o que for preciso, inclusive produzir, consumir e distribuir renda, na luta por um mundo de mais igualdade.

Economia Solidária

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Tags:comércio justo, economia, economia solidária, solidária, solidário
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África, uma realidade de seca e fome que pode ser transformada pela moda

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Enquanto alguns trilham o caminho do trabalho escravo em nome de mais lucro no mercado fashion, burlando leis trabalhistas e fechando um ciclo vicioso do errado totalmente maquiado pela beleza do produto final, outros fazem o trajeto oposto, procurando o comércio justo e usando seus talentos e negócios para promover processos sustentáveis na moda e inclusão social. Na mesma medida em que o errado é denunciado, precisamos também divulgar novos formatos de negócio que vão servir como modelo para que outras possibilidades sejam discutidas. O “fair trade” (comércio justo) na prática.

Ann McCreath estudou design de moda em Roma antes de se tornar voluntária de caridade na África, devastada pela seca. Ann tinha o desejo de criar empregos em áreas rurais, oferecendo produtos com qualidade e estilo. Assim, saindo de Roma, lançou em 1996, no Quênia, sua grife chamada de KikoRomeo.

Uma moda que fomentou a economia num país devastado pela seca e pela fome, através de roupas eticamente produzidas, utilizando tecidos exclusivamente africanos, com mão de obra de artesãos das comunidades locais e de grupos de mulheres das comunidades rurais.

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Tags:África, África Fashion Week New York, AFWNY, comércio justo, eco, eco moda, fair trade, Festival For African Fashion And Arts, KikoRomeo, moda ecológica, moda sustentável, Peace Patches, Quênia
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Consumo Consciente – Série de animações do Instituto Akatu

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Fiz uma lista de videos no Youtube com todos os episódios disponíveis da série “Consciente Coletivo” desenvolvida pelo Instituto Akatu.

A série é super bem feita e de forma divertida traz questionamentos sobre o o impacto do consumo na natureza e na sociedade. O projeto foi desenvolvido em uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Para assistir é só clicar no video, ao final de cada episódio será carregado o seguinte. Se você preferir avançar ou retroceder os episódios use as setinhas no canto do video.

Caso você esteja lendo esta notícia via e-mail será necessário clicar aqui para visualizar o video.

Tags:animação consumo consciente, comércio justo, consumo, Consumo Consciente, reportagem consumo consciente, sustentabilidade
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O impacto da Fast Fashion na vida de milhões de pessoas

sábado, 21 de agosto de 2010

Fast-Fashion (moda rápida ) é um termo utilizado por marcas de roupa que possuem uma política de produção rápida e contínua de peças, trocando semanalmente ou até diariamente a suas coleções. O conceito foi criado por grandes varejistas da europa como H&M e Zara e basicamente prega a produção e o consumo rápido.

“- A loja cria uma relação mais intensa com o consumidor, porque educa o cliente a não esperar por liquidações. Se ele não comprar logo a peça de que gostou, semana que vem ela já pode ter sido vendida. O cliente passa a ir mais ao ponto de venda e, em conseqüência, compra mais.” Define alberto Serrentino, sócio-sênior da Gouvêa de Souza & MD, consultor especializado em varejo em uma matéria no site Mercado Competitivo postada no blog Fashion Bubbles.

Na mesma matéria João Bailey, sócio da Checklist diz que o aumento da produção garante preços mais acessíveis. Isso, além das novidades das araras, atrai os clientes às lojas: “- Essa estratégia do fast fashion atinge em especial a cliente que vai usar de três a cinco vezes as nossas peças. E, depois, quer novidades. “

Mas espere um pouco,  a conta simplesmente não fecha, como é possível aumentar absurdamente o número de peças e modelos e ainda diminuir o preço?

Por trás do slogan “sempre temos novidades” a verdadeira intenção do Fast Fashion é produzir e vender o mais rápido possível. Ele é um movimento liderado e forçado por grandes varejistas que movimentam milhões de doláres e consequemente milhões de pessoas, sim, as pessoas que não foram citadas em nem sequer uma linha da grande maioria das matérias que li sobre o assunto.

Foto: Eugene Hoshiko/Associated Press

Também questionando esta conta irracional a jornalista do Guardian Lucy Siegle escreveu uma matéria que investigou o impacto desta política  nas fábricas e nas pessoas que produzem estas roupas.

As fábricas destes grandes varejistas estão localizadas em países subdesenvolvidos como Cambodia, Bangladesh e Índia aonde é comum o trabalho análogo à escravidão infantil. É basicamente uma constante as pessoas que produzem estas peças tem péssimas condições de trabalho e salários baixíssimos.

Ela pede para visualizarmos: “Imagine uma fábrica  recebendo um fax de última hora ´pedindo´ para que uma peça seja modificada. Ela não tem capacidade, mas você acha que eles irão recusar um pedido de seu cliente? É claro que não, eles simplesmente vão dar um jeito de atender a este pedido”. Adivinhe quem sofre neste processo? Claro as pessoas que serão exploradas a trabalhar mais, em piores condições e com um prazo menor.

E os grandes varejistas aproveitando a posição de poder continuam a pressionar estes fornecedores exigindo prazos mais rápidos e preços mais baixos, as fábricas não querem perder os clientes e fazem tudo o que se pede e toda a “bomba” cai no colo destes trabalhadores que são explorados até o limite.

Neste rítimo frenético não há espaço para respeito, calma, qualidade e muito menos sustentabilidade.

E se você pensa que isto só acontece em países longe daqui ou é exceção é só lembrar o caso que relatamos aqui no blog sobre um dos maiores varejistas brasileiros a Marisa, ela contratou fornecedores que mantinham pessoas trabalhando em semi-escravidão.

O Fast Fashion é uma máxima do consumismo que nos diz: compre freneticamente, descarte o que puder e não pense sobre isto. Nós estamos justamente em um momento em que precisamos repensar as nossas atitudes e ter mais consciência de nossos atos. O planeta esta sofrendo e estamos caminhando rumo a um ecocídio, as mudanças precisam começar conosco.

O fast fashion é ruim para as pessoas e é ruim para o meio ambiente.

Na sua próxima compra pare e reflita alguns segundos, pense na história daquele produto,  quem o produziu e em quais condições?
De preferência a produtos com matérias primas sustentáveis e processos socialmente mais justos. Sim ainda eles são um pouco mais caros e difíceis de se encontrar, mas dê o primeiro passo, troque um produto de sua lista de compras por um produto mais consciente e vá fazendo aos poucos, sua atitude irá manter viva as empresas que fazem diferença e sua ação vai melhorar a vida de milhares de pessoas.

Tags:comércio justo, Consumo Consciente, fast fashion, moda rápida
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Conheça o passado de suas roupas

quarta-feira, 24 de março de 2010

Todo mundo é questionado sobre o seu passado, qual é a sua formação? Casou-se? Tem filhos? Quais foram suas realizações? Em todos os momentos de sua vida as pessoas querem ter uma referência de sua história pessoal para ter uma idéia de quem você é.

Podemos fazer uma analogia com os produtos que consumimos, eles também tem uma história e passam por diversas etapas de produção e pelas mãos de muitas pessoas antes de chegar a sua casa. É uma longa história mas que infelizmente as vezes se confunde com um filme de terror.

Qual será a história daquele tênis da moda da Nike,Adidas ou de outra grande marca que estampa as maiores celebridades do esporte? Será que a produção e os seus trabalhadores compartilham de todo o glamour do marketing? A resposta é não.

As grandes marcas da moda foram flagradas explorando seus funcionários em situações de escravidão, familias inteiras inclusive crianças trabalhando em estafantes cargas horárias e em péssimas condições.

É algo chocante, parece até uma história de fantasia beirando a conspiração mas as notícias não param de aparecer inclusive aqui no Brasil.

O Escândalo mais recente foi a autuação de R$ 633,67 mil imposta pelo Ministério do Trabalho de São Paulo a rede varejista Marisa após auditores fiscais encontrarem funcionários estrangeiros em condições consideradas análogas à escravidão, conforme reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

A situação existe, mas oque nós consumidores podemos fazer?

O grande problema reside em ignorarmos a procedência do produto, não colocarmos peso nestes fatos, se as informações não tem peso na decisão do consumidor não irá ter peso para indústria, na prática quem produz simplesmente irá ignorar ou deixar em baixíssima prioridade ações para mudar esta situação degradante.

O  mini-documentário “A história das Coisas” apresenta exatamente esta reflexão, vale muito a pena ver.Assista a versão legendada abaixo:

Acredito que a soluçaõ esta no consumo consciente. Se conseguirmos inserir em nosso dia dia a consciência ao consumir o impacto no mundo será enorme, a mudança de hábito e consequentemente a de valores é a maneira mais duradoura e eficiente  para mudar este quadro. Faça, você irá se surpreender como as pessoas ao seu redor irão se inspirar.

Você pode começar a fazer um exercício nesta semana:

Quando for comprar algum produto observe a etiqueta e descubra em que país ele foi fabricado e pense rapidamente qual é a história do produto:

  • Como será a produção deste produto?
  • Quem fabricou o produto?
  • Em qual condição a pessoa fabricou este produto? Será que ela recebe um salário digno para esta função?

Reflita e pesquise na internet os produtos que mais chamaram a atenção ou geraram mais dúvidas, o resultado é muito interessante.Depois da experiência compartilhe conosco aqui no blog.

Ao longo da semana irei escrever sobre o Comércio Justo, que é uma idéia que combate e propõe uma mudança no ato de consumir e outras ações positivas que nós como consumidores podemos fazer para que este planeta seja transformado em um lugar mais justo e sustentável.

Mais: Story of Stuff
Fotos julosstock (sxc.hu)

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Tags:comércio justo, Consumo Consciente, sweatshop
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